Archive for the 'Onde quero chegar' Category

Smartphone que aumenta a produtividade de fotógrafo

Samsung

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A melhor câmera é aquela que você tem

Depois de anos como Apple Fan Boy assumido, revolvi abandonar o iPhone e adquirir o novo smartphone da Samsung.

Além do modelo anti furto, bateria com duração de 9 dias, design mais leve e fino e preço mais competitivo(10x de R$9,90), ele já vem com os seguintes aplicativos:

– “Bloqueador de mimimi no Facebook”
– “Desligue essa porcaria e olhe para sua namorada durante o jantar”

Entretanto, o app que mais amei até agora é o de produtividade que se chama:

– “Não, eu não estou disponível 24hs para responder emails”

Publicação Revista VIP

Paris foi uma nova vida que começou para nós depois de Londres.

Londres foi um lugar um pouco pesado, em relação ao clima chuvoso e frio, as pessoas são bastante fechadas, morávamos num quarto caríssimo e estávamos um pouco cheios de tudo aquilo.

Paris surgiu para iluminar mais nossas vidas, nossas fotos, nossa relação e nossos conhecimentos.

Primeiro, alugamos uma casa incrível, toda rústica com cara de casa de vó, jardim, árvores, janelas enormes, cores e ar puro. A casa ficava nos arredores de Paris, mas dizer perto de paris é bem diferente se dissermos que moramos perto de São Paulo; lá pegávamos o trem e em apenas 15 minutos estávamos no centro de Paris.

Essa casa foi muito especial, pois ali nos unimos muito. Todos os dias fazíamos nossos jantarzinhos com vinho e velas no jardim (um vinho bom custa cerca de RS3,00 em Paris), trabalhávamos ao ar livre, o clima estava perfeito, nem frio – nem calor demais, tínhamos muito espaço, janelas enormes que deixavam entrar uma luz linda todos os dias e estar ali aguçou muito a nossa criatividade.

Em Londres eu já tinha feitos algumas fotos da Érika, mas foi em Paris que isso tudo ficou sério. Começamos a fazer testes de várias coisas que tínhamos vontade de pôr em prática, desde ângulos, poses e até aproveitar todas as luzes das janelas de todos os ambientes da casa e em todos os horários (já que a luz vai mudando). E foi aí que os resultados foram ficando cada mais mais incríveis para nós e estávamos ali viciados em fotografar um ao outro.

Pelo menos duas vezes por semana a gente desmontava a sala da casa, arrastava os móveis para conseguir os cantos mais bonitos da casa, as luzes mais especiais entrando por aquelas janelas. Fazíamos a maquiagem mais simples possível, pouca roupa, dávamos uma olhada em algumas referências como inspiração e  era sempre assim que começava. Mas o que contou realmente para que tudo fluísse foi a nossa intimidade, nossa confiança um no outro e o momento que estávamos vivendo ali e assim a Érika aprendeu a posar para mim e eu aprendi a fotografar ela.

Até que o resultado foi tão maior do que esperávamos e nossa história foi parar na Revista VIP para fechar com chave de ouro toda essa experiência que tivemos.

Foi incrível poder ver nosso trabalho em uma revista que acompanho desde a minha adolescência. Entretanto o mais importante foi aprender que a vida a dois é um exercício de concessões. Inúmeras vezes abrimos mão de hábitos, crenças e desejos em nome de uma relação. Como diria Rousseau: só é possível ao homem ter um certo grau de liberdade se ele abrir mão da mesma visando o bem comum.Quando chega o momento em que acredita que está perdendo sua personalidade, é só olhar por fora para perceber que o fato de estar aberto lhe permitiu receber inúmeras coisas boas e agregar outras qualidades que jamais se alcançaria sozinho.Hoje, mais do que nunca, je ne regrette rien!

Entrevista para o Fotografe Uma Idéia

Recentemente eu bati um papo com o pessoal do Fotografe Uma Idéia. Para mim foi uma experiência incrível, pois logo que comecei na fotografia o FUI se tornou a minha maior referência de estudos. Foi lá que dei meus primeiros passos nas técnicas fotográficas e de tratamento de imagens.

Me senti mais do que honrado em ser entrevistado pelo Henrique Resende.

Quem quiser ver a entrevista é só clicar aqui!

Sobre mudanças e partidas

Aeropuerto Carrasco por Érika de Faria

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Carta de despedida

Downgrade is the new upgrade!

Há exatamente dois anos eu estava deixando meu emprego em uma multinacional de tecnologia para me dedicar em tempo integral a minha carreira de fotógrafo. Depois de ter abandonado a faculdade de administração com louvor, eu entrei nessa empresa para ter uma base financeira enquanto me preparava tecnicamente e tecnologicamente para a carreira fotográfica. Minha vida sempre foi feita de abandonos e preparações para coisas que eu gostaria de viver e esse ano não foi diferente.

E agora, depois desse tempo ministrando workshops, fazendo trabalhos de pequeno e médio porte, decidi que antes de começar a pegar os grandes eu precisaria me especializar mais, precisava não só aprender nova técnicas, mas aprender a ser uma pessoa melhor.

Em janeiro de 2012 eu tinha de entregar meu apartamento para o proprietário e analisando os custos de mudança eu precisaria de R$9.000,00 para depósito e R$3.000,00 para pagar o aluguel mensal de um apartamento na mesma região onde eu morava. Pelo mesmo valor, sem o depósito, você consegue viver em Londres ou NY. Então eu pensei: Por que não?

Vendi todos os equipamento que possuía (e que um dia acreditei que jamais teria), doei minhas roupas e livros e comprei um mochilão. Me dei um ano sabático para viajar por aí, conhecer pessoas, estudar, trabalhar com outros fotógrafos e retouchers. Me dei um tempo para me conhecer melhor.

Hoje eu acredito que para receber coisas boas é preciso que você esteja primeiramente aberto para isso. Justamente quando comecei a pensar assim conheci uma mulher incrível que deixou suas coisas no Brasil e veio me acompanhar nessas viagens.

Começamos pelo Rio de Janeiro e depois fomos para Buenos Aires, Montevideo, Londres e hoje estamos vivendo em Paris.

Quando deixei o Brasil estava com um fluxo bacana de trabalho e já estava fazendo os meus primeiros trabalhos de porte grande. O medo de deixar tudo para trás existia, pois se você não está lá para executar o trabalho o cliente procura outro. Entretanto, não há escolhas sem renúncias.

De todas as dificuldades a maior, e na verdade a única, foi vender os meus equipamentos. Eu consegui, com muito esforço, comprar tudo o que eu queria e abrir mão deles foi o maior exercício de desapego que já pratiquei. Hoje vivo somente com uma Canon G12, um flash 270EX II e um tripézinho Manfrotto que cabe no bolso.

O bacana desse processo todo é descobrir que não precisamos de muito para viver ou produzir material fotográfico. Na verdade, foi quando abri mão dos meus equipamentos é que tive como viajar e produzir material para o meu portfolio. Lembro de uma vez do Alexandre Urch tweetando durante sua viagem que preferia ter uma 7D e conhecer a Europa do que ter uma 5D MK II e nunca ter saído do Brasil. Eu estava nessa situação e comecei a repensar o valor que eu dava para equipamentos. Aliás, há algum tempo escrevi um artigo sobre isso: O upgrade de equipamentos é realmente necessário? Talvez hoje eu escreva sobre o como o downgrade de equipamentos pode dar um upgrade na sua vida!

Existe uma frase do Cesare Pavese que eu gosto muito:

“Traveling is a brutality. It forces you to trust strangers and to lose sight of all that familiar comfort of home and friends.
You are constantly off balance. Nothing is yours except the essential things: air, sleep, dreams, sea, the sky – all things tending towards the eternal or what we imagine of it.”

Viver em outro país é ter de lidar com outra língua, com hábitos e leis que são, muitas vezes opostos aos seus. Ser fotógrafo em outro país é ser benefíciado pelo exotismo das imagens e onerado pelas barreiras culturais.

Apesar da enorme concorrência de gente muito boa, (in)felizmente a abertura no exterior é maior do que a que você encontra no seu próprio país.

Foto promo que fiz para a cantora Camden Cox no Proud Camden

Sair do lugar comum, se desprender ou correr atrás de um sonho em outro lugar não significa se mudar de país. Especialmente no nosso país de tamanho continental tem gente que sai de SP e se muda para o outro lado do Brasil. Esse é o caso do fotógrafo Henrique Manreza, por quem eu tenho uma admiração muito grande, que deixou São Paulo e foi para o norte/nordeste fotografar pessoas simples e entender o que signifca felicidade para elas. Deixou o emprego, casa e partiu atrás do seu sonho.

Henrique Manreza foto Henrique Manreza

Eu não sei o qual será abertura que terei no Brasil quando eu voltar, não sei se terei novamente meus antigos clientes, não sei se conseguirei comprar os equipamentos que já tive, não sei onde vou morar e também não sei quando eu volto. Na verdade, nada disso me preocupa mais. O importante é que o Leandro que saiu do Brasil já não existe mais. Os documentos são os mesmos, mas a pessoa é outra e as experiências que tive são muito mais importantes que a quantidade de carimbos que o meu passaporte possui!

Entrevista para o Fotografia DG


Recentemente concedi uma entrevista para o site Fotografia DG. Para mim, foi uma honra gigantesca, pois o Fotografia DG é uma referência para fotógrafos no Brasil e em Portugal e é, um dos lugares, onde sempre busco conhecimento fotográfico. Segue a entrevista:

A maior parte dos fotógrafos conhece o perfil do twitter do nosso entrevistado. Trocam ideias sobre fotografia, votam nas enquetes, leem as frases filosóficas que ele escreve e principalmente acompanham o blog. Dos mais experientes aos iniciantes. Estamos falando de Leandro Neves, ou melhor, o @dofotografo. Com 28 anos, nascido no interior paulista – em São Bernardo do Campo – adotou as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro como casa para disparar seus clicks. Estudou três anos de Negócios Internacionais, mas acabou por largar o curso e hoje só trabalha com fotografia, o “ônibus correto”. A carreira, como vocês lerão, começou com uma batalha pessoal e hoje o leva a fazer “retiros espirituais” para que possa praticar e absorver tudo que aprende.

Leandro acredita que no Brasil a troca de informações sobre fotografia é ainda baixa, se comparada com os norte-americanos e europeus. E para ele, a maior dificuldade do mercado nacional são os impostos. Mas para tudo há um segredo: “Na fotografia, se você trabalha duro, estuda e consegue lidar bem com pessoas é impossível não ter sucesso”.

Clique aqui para ler a entrevista completa.

O upgrade de equipamento é realmente necessário?

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Como alugar um estúdio fotográfico

Fotógrafo para poder fazer upgrade de equipamento precisa fazer downgrade de vida social.

Tão difícil quanto comprar os primeiros equipamentos é fazer o upgrade desses equipamentos. Essa história de que o fotógrafo profissional tem de saber sempre o que comprar é balela. Se grandes empresas como Apple, Microsoft, Canon e Nikon erram nas suas estratégias de marketing, de aquisições, de vendas e financeiras,  por que com o fotógrafo iniciante seria diferente?

Estou em fase de upgrade de equipamento. Por necessidade de trabalho e por uma recente “fatalidade”: perdi uma parte dos meus equipamento enquanto fotografava no mar durante uma ressaca(do mar e não minha). Diversas questões surgiram, ações foram tomadas e eu resolvi compartilhar minha experiência.

O que sempre segui e sempre recomendei foi o seguinte: só compre equipamento quando o seu tipo de trabalho demandar determinado equipamento. Se o seu trabalho demanda determinado equipamento ele precisa trazer o retorno financeiro necessário para a compra desse equipamento. Entretando, a solução não é tão simples assim.

Quando se trabalha com fotografia e todo seu sustento financeiro vem disso, as principais questões relacionadas a upgrade são, ou deveriam ser, as seguintes:

  • Em quanto tempo o equipamento “se pagará”?
  • Qual é o impacto desse upgrade na qualidade das minhas fotos?
  • Qual é o impacto na melhoria de performance do meu trabalho?
  • Encontro assistência técnica e peças no Brasil ou com facilidade?
  • O equipamento é consistente no resultado que ele entrega?
  • O equipamento que vou comprar é de fácil revenda?
  • Essa compra me tornará mais competitivo?
  • Essa compra serve como uma estratégia de marketing?

Também não é fácil responder essas perguntas, pois muitas vezes elas não são mensuráveis.

De maneira prática, a primeira coisa que faço quando sinto a necessidade de ter um equipamento é olhar as opções de preço no mercado e fazer testes com equipamentos alugados ou de amigos meus.

Exemplo: Eu queria fazer o upgrade da minha câmera, li alguns reviews em sites de fotografia e depois peguei a câmera emprestada de um amigo para poder fazer testes comparativos com minha câmera atual que é uma Canon 50D. Fiz a foto usando um ColorChecker para poder ver saturação de cores, fidelidade, detalhes nas áreas de shadows, etc. Não vou entrar em questões técnicas demais, pois esse não é o meu perfil. A câmera que usei para comparar foi uma Nikon D700. Uma das fotos foi feita com a Canon 50D + Canon EF 28-135mm f/3.5-5.6 e a outra foi feita com a Nikon D700 + Nikon 85mm f/1.4 AF-D.  Clique na foto para aumentar a resolução dela.

Esse comparativo não é para aumentar a briga Canon x Nikon. Fotografo com as duas e já cheguei a conclusão que é trocar 06 por meia-dúzia. Esse foi um comparativo que fiz para saber o impacto de uma câmera Full Frame com objetiva prime perante uma câmera simples com “lente escura” na qualidade de uma foto.

As duas fotos foram feitas com luz de flash rebatido no teto e  a câmera em ISO 200 f/6,3 e em 85mm. Aumentei o sharpening da Canon em 0,9 no Radius e em ambas as fotos eu corrigi o balanço de branco. Não estou dizendo que é a MESMA foto, mas a diferença de preços nesses equipamentos beira os R$6.000,00. Motivo suficiente para eu repensar o upgrade perante esse resultado.

Outros testes que fiz foram com os Radio Flashs: PocketWizard Plus II Transceiver e o Cactus V5.

O radio flash é usado para disparar, remotamente, câmeras, flash de estúdio e flash speedlight. O PocketWizard Plus II Transceiver é o mais utilizado no mercado americano e europeu, enquanto o Cactus V5 é chinês e atualização do Cactus V4. Tenho usado o PocketWizard e o Cactus V5 por 04 meses e usei o V4 por mais de um ano. Nesse período de testes nenhum radio flash falhou uma vez sequer.  A principal diferença entre eles é o preço:  PocketWizard USD$169,00 na B&H enquanto o Cactus V5 sai por USD$34,95 na Gadget Infinity.

Fotografia é um mercado que só cresce e isso é ótimo, mas o que vejo é, antes de tudo, mais equipamentos desnecessários do que barateamento de preços e inovação tecnológica. Hoje, para o tipo de foto que faço, uma Canon Rebel XTi não fará fotos com menos qualidade do que uma 5D Mark II. Além disso quando necessito de equipamento ou estúdio eu faço a locação no Estúdio Box.

Se eu fosse roubado e tivesse de começar do zero eu compraria o seguinte equipamento:

  • Canon T2i
  • Lente Canon 50mm 1.8
  • Lente Canon EF-S 10-22mm f/3.5-4.5
  • Macbook Pro 4GB RAM
  • Kit para Iluminação

Com esse set de equipamentos eu faria a mesma foto que eu faço hoje.

Entretanto, como já falei, nada é tão simples assim quando você precisa do equipamento profissionalmente e, além disso, o equipamento também é o brinquedo dessa grande criança chamada fotógrafo.

Resumo da minha vida hoje: O upgrade não vai ser de equipamento, vai ser de educação. Comprei inúmeros livros e DVDs e pretendo passar um bom tempo em retiro educacional devorando minhas novas aquisições.

É isso aí, dinheiro na mão é vendával, mas na mão de fotógrafo vira equipamento.

Se vocês tem alguma dúvida, sugestão, reclamação, dica, etc, podem deixar um recado aqui ou pelo e-mail: dofotografo@gmail.com


Você está pronto para ser chamado de mestre?

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ÚLTIMA OPORTUNIDADE PARA ENTRAR NO
CONCURSO 2010 DA HASSELBLAD MASTERS
.

O prêmio Hasselblad Masters que a cada ano celebra talentos novos e consagrados da fotografia é um dos mais cobiçados da indústria fotográfica.

O prêmio Masters é concedido em reconhecimento a contribuição do fotógrafo para a arte da fotografia e são julgados pela complexidade fotográfica em geral, englobando a criatividade, composição, força conceitual
e habilidade técnica.

Entre os Masters de edições anteriores estão artistas de prestígio internacional, bem como promissores recém-chegados provenientes de inúmeras áreas da fotografia.

A Hasselblad escolherá 11 fotógrafos “Hasselblad Masters” nas seguintes categorias: Belas Artes (Fine Arts), Natureza/Paisagem, Social/Casamento, Retrato (Portrait), Moda (Fashion), Editorial, Produto, Arquitetura, Fotografia Geral, Vida Selvagem e Up and Coming.

O concurso está aberto a todos os fotógrafos profissionais que trabalham com máquinas de grande e médio formato, independente do formato ou sistema de câmara que utilizam e independente de como capturaram (Filme ou Digital). Excepcionalmente na categoria Up and Coming serão aceitos trabalhos de qualquer formato (inclusive 35mm filme ou digital). O mesmo fotógrafo pode se inscrever para diversas categorias.

Ao entrar na competição mundial Hasseblad Masters, você automaticamente estará participando de uma competição especial limitado a fotógrafos residentes na América Latina. Ou seja, quando você se registrar no Masters, você efetivamente estará participando das duas competições. O Latin American Masters se transformará em exposição e estará em exibição por toda a América Latina.

As inscrições devem ser feitas digitalmente (inclusive as capturadas com filme ou película) através dos links abaixo:

Masters

Up and Coming

O prazo termina no dia 31 de Dezembro de 2010

Veja também:  Exposição “The Hasselblad Master Awards”

É isso aí, um dia eu vou ser um Hasselblad Master . Rá!

Se vocês tem alguma dúvida, sugestão, reclamação, dica, etc, podem deixar um recado aqui, no orkut ou pelo e-mail: dofotografo@gmail.com


“Não importa de onde você vem, nem onde você está, o importante é saber onde se quer chegar”

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